sábado, dezembro 31, 2005

Feliz Ano Novo...essencialmente aos infelizes deste mundo

Hoje quedar-me-ei por uma mensagem simples a todos quantos me aturaram, neste hemiciclo virtual de um deputado pouco ousado e que deveria ser mais acutilante. Tempo e ocupação exagerada não mo permitiram, mas espero que um melhor ano de 2006 me conceda mais oportunidades de expressão "bloguística" e maior acutilância.

Factos para debater não faltarão, já que as polémicas reabriram em toda a linha, desde as presidenciais às misérrimas condições sociais que se aproximam, mercê do aumento substancial (1,5%) dos trabalhadores "mais bem pagos da UE" (?!...)e da baixíssima taxa de inflação (2,3%...será???!!!...), para já não falar da tendência natural e mórbida que os portugueses têm para o masoquismo, eivado de um louco amor pelo folclore romanesco e telenovelístico, com cheirinho a "coitadinhos".

Mais não digo...
Sejam felizes, mesmo que a infelicidade vos atormente e persiga, o que nem sequer é difícil nesta pontinha rectangular do velho continente.

terça-feira, dezembro 27, 2005

Um Natal como tantos outros

Não poderia deixar passar esta época festiva sem, pelo menos, agradecer à mínima mole humana que teve a bondade de aqui passar para desinteressadamente me espiar os "maus pensamentos" durante alguns momentos (nunca desperdiçados).
Apesar de tanta deturpação do verdadeiro e fiel significado do NATAL, quero, também desinteressadamente, desejar a TODOS umas festas felizes, já que o Natal não passa mesmo de uma parte de FESTAS sazonais e anuais que dão aso a milhares de prendas e gastos desnecessários, bem como a fraudes comportamentais da sociefade que se torna, nesta época, mais fingidora que nunca, com falsos sentimentos de AMOR e PAZ, que rejeitam durante os restantes dias do ano. Vivemos, como é fácil de constatar, num mundo de fingimento e hipocrisia, que muito bom seria desaparecer e dar lugar à seriedade necessária para que o MUNDO viva mesmo em PAZ e AMOR.
Direi apenas para terminar: ninguém é melhor que o seu vizinho, mas seria óptimo que cada um metesse a mão na sua consciência e visse onde falhou, para que o mundo não seja um eterno inferno de maiorias e um paraíso de minorias explorando as referidas minorias.
Mais não direi...não terá qualquer interesse, pois os tempos vão correndo e mudando, mas as mentalidades quase nada mudam.
Do fundo do meu coração (algo esclerótico) um óptimo período de festas natalícias e um próximo Ano Novo melhor que os anteriores.