terça-feira, agosto 15, 2006

De Bush ao submundo terrorista islâmico... e outros

Bush e os seus apaniguados destruíram o Iraque, com os efeitos colaterais exuberantes, duma actual organização terrorista, plena de tentáculos, que ganha adeptos a cada dia que o Ocidente cuspa no Islão. Ninguém, com amor próprio gosta de escarros no rosto e o rosto de um povo é o seu país. Nós que o digamos, tal é o nosso frenesi mesmo na hora do futebol, com bandeiras e símbolos disseminados por tudo que é visível e público.
Cada bala e cada bomba que os americanos usaram e usam no Iraque serve de berço a dois ou mais terroristas islâmicos que já não suportam a doentia cruzada de Bush e companhia. Para eles a morte não significa o fim, mas a libertação de muitos e um fim sem significado racional. Quase um contrasenso, um apelo à violência que sofrem e transformam em maior violência para terceiros, sem piedade ou rigor legal e religioso, mas sempre em nome de um Deus que não respeitam, já que não cumprem seus preceitos. Mas acham que cumprem, baseados na deturpação dos fundamentos essenciais e doutrina base, quais fundamentalistas que são, mais papistas que o papa.
Bush até parece que não sabia a estirpe de "anibestas" que iria enfrentar, criando uma espiral sem retorno, com destruição desnecessária de muitos lares e vidas americanas e pró-americanas, além das vítimas violadas e violentadas em seu próprio terreno. Não venham os seus apaniguados com discursos ocidentalizados e filosofias de algibeira, inúteis e nada pragmáticas. O sangue sempre gerou mais sangue, por muitas sangrias que se processem. É fisiológico e aplicável no quotidiano, senão vejamos agora a pouca vergonha que sucede no Líbano. Apenas se verificou uma associação de judeus, eternamente perseguidos, aos desígnios dos, e sempre dos, americanos. Estes sempre estão com a mão no gatilho para destruir outros povos que caiam no seu desagrado, ou que impeçam os seus amigos de evoluir e reinar "à americana". Princípios defensáveis por meio mundo, mas cada vez mais detestado por outro meio mundo que busca a PAZ a qualquer preço. Só que a indústria do armamentário necessita dar vazão ao seu produto, cada vez mais sofisticado e letal. Coitadas das cobaias para tal material bélico, e agora até parece que as vítimas são sempre as mesmas e que lutam de fisgas contra balas... tal facto enaltece os violadores e "heróis" da diferença.
Já viram a razão que assistiu à invasão do sul do Líbano, contra um Hezbollah infelizmente melhor armado, o que veio prolongar sofrimento e dor dos menos poderosos ? O rapto de dois soldados israelitas e a morte de mais oito, se não estou errado. Claro que dirão que não foi apenas este o móbil de tamanha destruição, mas eu só acredito no que vejo e analiso, sem influências de ocidentalismos ou fundamentalismos abjectos, já que ambas as partes têm imensa culpa no cartório. O que me repugnou foi a diferença e excesso de violência contra inocentes que até procuravam abrigo e apoio. Os efeitos colaterais sempre foram desculpas rotas e ignominiosas de políticos prepotentes e depravados que jamais respeitarão as resoluções da ONU, resoluções que todos desrespeitam porque colocam os seus interesse acima dos valores da Humanidade. A ONU tem e terá sempre muito pouca força perante o poderio americano-judeu, e a história correrá sempre a favor dos poderosos que todos sabemos quem são. Até um dia, em que o mundo, pelas mãos dos poderosos, se irá autodestruir colado à ambição dum "anticristo" qualquer.
Breve começará politicamente a lenta destruição dos países sul-americanos com governos de esquerda... a doença de Fidel é o primeiro sinal, e a amizade de Chavez complementa os desejos destruidores dos poderosos do mundo actual. Esperemos, e pouco, para ver...